DICAS DE SEGURANÇA NO TRÂNSITO

PEDESTRES

– Andar sobre a calçada destinada a pedestre, na ausência desta, ande o mais próximo possível do acostamento, sempre no sentido contrário ao da circulação dos veículos;

– Ao caminhar em companhia de crianças, coloque esta no lado interior da calçada. Quando não houver calçada, mantenha a criança do lado interno do acostamento. Sempre segurando-a pelo braço;

– Evite brincadeiras no leito das vias, ou seja no meio das rua, ou então andar e/ou permanecer em grupos no meio destas;

Ao atravessar um rua ou uma avenida adote o seguinte procedimento:
– Sempre que possível atravesse a via nas faixas destinadas aos pedestres. Caso não haja faixa de travessia, atravesse próximo de onde houver sinalização semafórica;
– Onde não houver sinalização semafórica procure atravessar próximo ao cruzamento, o mais perto possível da esquina, preferencialmente utilize a faixa de pedestre , quando houver;
– Não havendo sinalização semafórica nem faixa de pedestre procure atravessar a via em linha reta no sentido perpendicular a sua borda (calçada, acostamento ou meio fio);
– Antes de atravessar olhe para a esquerda, depois para a direita e logo em seguida para a esquerda novamente. Só atravesse com segurança;
– Atravesse a via andando calmamente. Não corra nunca, pois poderá tropeçar e cair;
– Nunca atravesse a via saindo rapidamente por trás ou pela frente de um veículo estacionado.
– Evite cruzar ou atravessar as vias sobre pontes, viadutos, túneis, aclives ou declives (ladeiras), exceto onde houver permissão;
– Ao utilizar o transporte coletivo, somente suba ou desça do veículo quando este estiver devidamente parado;
– Ao descer do ônibus, nunca atravesse a via por trás ou pela frente deste, pois os demais motoristas poderão ão perceber sua entrada na via, deixe o ônibus sair então atravesse com segurança;
– Ao caminhar nas vias conduzindo animais procure sempre manter estes sob o seu controle, segurando-os com cordas ou correntes apropriadas;
– Em dias chuvosos use sempre roupas claras e dê atenção diferenciada a seu calçado, pois a pista se torna escorregadia e um calçado inadequado poderá contribuir para um acidente;
– Nunca permita que crianças abaixa de sete anos andem sozinhas pelas vias terrestres. De modo similar não permita que pessoas com alguma deficiência física ou psicológica, que comprometa sua segurança no trânsito, andem sozinhas pelas vias terrestres.

CICLISTAS

– Conduza sua bicicleta na mesma mão de direção dos demais veículos, o mais próximo possível do bordo da via (calçada, acostamento ou meio fio);

– Use sempre roupas claras para que os demais condutores possam vê-lo com mais facilidade;

– Equipe sua bicicleta com retrovisores direito e esquerdo, alerta sonoro, catadióptricos (olho-de-gato na parte frontal, lateral e traseira);

– Procure manter seu veículo (Bicicleta) sempre em boas condições de uso: freios, pneus, rolamentos, corrente, coroa e catraca;

– Evite usar seu veículos para exibir manobras perigosas nas vias públicas (Andar com uma das rodas) ou outras brincadeiras, este comportamento põe em rico a sua segurança e a dos outros usuários das vias;

– Ao andar em grupo, procure manter as bicicletas sempre uma atrás da outra, em fila indiana;

– Respeite a sinalização de trânsito e os pedestres, bem como os demais veículos, pois disto depende suavida;

– Sempre que possível utilize capacete e óculos de proteção;

– Não circule sobre calçadas, passeios públicos os outros locais destinados exclusivamente para pedestres;

– Antes de realizar manobras de conversão para a direita ou esquerda, verifique se não há outros veículos ou pedestres que estejam com a preferência de passagem.

MOTOCICLISTAS

– Use sempre o capacete de segurança com viseira ou óculos de proteção e com a “jugular” devidamente fixada, você e o garupa;

– Use roupas claras, para que os demais condutores possam vê-lo com mais facilidade;

– Utilizar o farol aceso em todos os seus deslocamentos;

– Evite conduzir motocicleta descalço ou de sandalhas. Use sempre calçados fechados: tênis, sapatos ou botas;

– Respeite as leis e a sinalização de trânsito;

– Procure andar sempre na pista da direita e dentro do ângulo de visão do motorista a sua frente;

– Evite ultrapassar veículos pela direita ou pelo acostamento;

– Nunca pare ou estacione atrás de veículos de grande porte, principalmente em aclives acentuados;

– Evite ficar “costurando” entre os demais veículos ou exibindo manobras perigosas;

– Sinalize todas as manobras de conversão, parada, estacionamento e ultrapassagem;

– Durante a noite e dias chuvosos reduza a velocidade e redobre a atenção;

– Nunca consuma bebidas alcóolicas, substâncias entorpecentes ou remédios calmantes antes de conduzir sua motocicleta. Quando estiver sob efeito de alguma dessas substâncias, ou não sentir-se bem, não dirija seu veículo.

AUTOMOVEIS, ÔNIBUS E VEÍCULOS DE CARGA

– Respeite as leis e a sinalização de trânsito. E acima de tudo respeite a vida;

– Mantenha seu veículo sempre em boas condições de uso e circulação, fazendo periodicamente a revisão de 1º escalão dos equipamentos obrigatório;

– Use sempre o cinto de segurança, você e os demais ocupantes do seu veículo;

– Em dias chuvosos ou sob forte cerração, reduza a velocidade, acenda os faróis e redobre a atenção;

– Nunca pare ou estacione seu veículo no leito da via, em locais proibidos pela sinalização de trânsito ou locais de grave risco de acidente;

– Ao dirigir, não consuma bebidas alcóolicas ou substâncias entorpecentes, elas reduzem os reflexos e prejudicam a coordenação motora, aumentando assim o rico de acidentes;

– Respeite a preferência dos demais usuários das vias, lembrando que o veículo maior é responsável pelo menor e todos são responsáveis pelo pedestre;

– Antes de sair, verifique além dos equipamentos obrigatórios do veículo, os documentos de porte obrigatório (CNH e CLA), para evitar maiores transtornos;

– Evite realizar nas vias públicas manobras perigosas “cavalo de pau”, pegas e rachas, sem a devida autorização da autoridade de trânsito;

– Estabeleça, ante de sair, um itinerário para o seu deslocamento, considerando as condições do tempo, o horário, a via, e possíveis alterações no fluxo normal do trânsito, para que você tenha um deslocamento tranqüilo e seguro, levando em conta o seu bem estar e não a sua pressa.

CINTO DE SEGURANÇA

Embora todos saibam da obrigatoriedade e importância do uso do cinto de segurança, ainda há uma questão que os motoristas esquecem: o uso do cinto de segurança no banco de trás. Em caso de colisão frontal, os passageiros que viajam no banco de trás ganham com a velocidade um peso muito maior do que aquele correspondente a sua massa corporal.
– Instale assentos especiais para crianças até 3 anos.
– No caso de crianças maiores, cuide para que o cinto não machuque. Ajuste a cintura do cinto, ou coloque alguma proteção que traga mais conforto à criança.

CUIDADO COM OS PNEUS

Além da garantir maior vida útil aos pneus, mantê-los calibrados evita desperdício de combustível.
A cada 500 Km, é recomendável verificar o balanceamento.
Rodas balanceadas podem afetar outras partes mecânicas do veículo como suspensão e rolamentos, além dos próprios pneus.
Procure calibrá-los ao menos uma vez por mês, apenas quando eles estiverem frios.

EVITE COLISÕES

“Colar” demais no veículo que vai à frente é causa constante de acidentes. Para minimizar os riscos, há algumas coisas que você pode fazer;
– Inspecione com freqüência as luzes de freios para certificar-se de seu bom funcionamento e visibilidade;
– Preste atenção ao que acontece aos seu redor;
– Use os espelhos retrovisores;
– Sinalize com antecedência suas ações;
– Reduza a velocidade gradualmente. Evite sustos;
– Mantenha-se dentro dos limites de velocidade. Trafegar muito devagar pode ser tão perigoso quanto andar em alta velocidade.

MOTORISTA X A LUZ

As condições de iluminação são muito importantes na direção defensiva. A intesidade da luz natural ou artificial pode afetar a capacidade do motorista de ver ou de ser visto.
– Proteja seus olhos da incidência direta da luz solar usando óculos escuros, ou baixe o pára-sol.
– Evite viajar nas primeiras horas da manhã e no final da tarde.

MEIO AMBIENTE

Ter uma viagem agradável não depende apneas das boas condições do veículo e do motorista. Uma estrada com uma rica paisagem natural também é muito importante. Para manter esta paisagem natural e a boa conservação da estrada, o motorista deve ter a consciência de que pequenos atos fazem a diferença.
– Atirar objetos na estrada muitas vezes contribui para a degradação da estrada e das matas;
– Uma simples ponta de cigarro ou um fundo de garrafa pode causar incêndios.

PEDESTRES/CRIANÇAS

• Não atravesse a rua correndo. Você pode cair e não conseguir se levantar a tempo.
• Evite pontos “cegos”. Carros estacionados, banca de jornal, etc. Procure locais onde possa ver e ser visto por motoristas.
• Nunca atravesse fazendo “zig-zag” entre os carros.
• Olhe para os dois lados antes de atravessar.
• Suba e desça dos veículos quando estiverem completamente estacionados.
• Rua não é lugar de diversão. Brincadeiras só em áreas permitidas ao lazer.
• Aguarde o ônibus na calçada e afastado do meio-fio.
• Atravesse sempre na faixa de segurança e em linha reta.
• Conduzir bicicleta em vias proibidas é considerado infração.

TOME NOTA

• Só use o celular com o veículo parado.
• Seja prudente. Reduza a velocidade ao chegar em cruzamentos.
• Nunca dirija depois de ingerir bebidas alcoólicas.
• Dê preferência aos pedestres.
• Sinalize antecipadamente todas as manobras a serem efetuadas.
• Mantenha sempre distância de segurança em relação ao veículo da frente.
• Em pistas molhadas a aderência diminui. Pise levemente no freio.
• O uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo.
• Menores de 10 anos devem ser, obrigatoriamente, transportados nos bancos traseiros, com cinto de segurança.
• O processo de suspensão do direito de dirigir ocorre sempre que o motorista infrator atingir a contagem de vinte ou mais pontos negativos na Carteira Nacional de Habilitação.

Não existe segurança infalível, porém as ações preventivas de segurança contribuem para que os delitos não aconteçam.

Concientização sobre o Trânsito em Lins

Considera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veiculos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga e descarga. Os usuários das vias terrestres devem:
I- abster-se de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito de veiculos, de pessoas ou de animais, ou ainda causar danos a propriedades publicas ou privadas.
É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das vias urbanas e dos acostamentos ds vias rurais para circulação, podendo a autoridade competente permitir a utilização de parte da calçada para outros fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres.
Os pedestres que estiverem atravessando a via sobre as faixas delimitadas para este fim terão prioridade de passagem exceto nos locais com sinalização semafórica, onde deverão ser respeitadas as disposições deste código.
O número de atropelamentos em Lins, esta numa média de 08 ao mês, mostra que quando investidos de pedestres nos comportamos muito bem, ocorre que ao volante, ou direção de um veiculo automotor ocorre uma metamorfose e transformamo-nos no senhor motorista, aquele que ignora as placas de sinalização, faixas de pedestres, semáforos e até mesmo a vida de um semelhante. O trabalho de concientização esta sendo desenvolvido com crianças e adoslecentes, quanto ao adulto, é preciso aprimorar mecanismos de avaliação e reciclagem, intensificando campanhas educativas, aliada á uma fiscalização intensa dos orgãos competentes, para então criarmos um antidoto contra a sindrome do senhor motorista, pois no trânsito somos todos pedestres.

LUIZ ALBERTO GLISSOI
1º Sgt PM RE 862201-9 Cmt Base de Trânsito

 

NO TRÂNSITO SOMOS TODOS PEDESTRES

Estatísticas de Organismos Nacionais e Internacionais revelam que o percentual de mortes de pedestres entre o total de mortes no trânsito é significativamente menor na Europa e nos E.U.A. (20%) do que na América Latina (60%). Não bastasse as preciosas vidas que aqui desperdiçamos em decorrência da miséria, subnutrição, ignorância e da violência, soma-se a elas as que são estupidamente perdidas no trânsito, grande parte, pedestres. Se, para os primeiros casos a solução é muito complexa, envolvendo desde a mudança de hábitos culturais até a política econômica, cremos que para as mortes de pedestres a solução esteja bem mais ao alcance de cada um de nós.

Já há algum tempo, o processo de habilitação vem sendo aprimorado, obrigando inclusive motoristas habilitados já há anos, a freqüentarem cursos de aperfeiçoamento. Longe da discussão sobre sua conveniência, entendemos devam ser esses cursos, tanto os de habilitação quanto os de renovação, verdadeiras oportunidades de reflexão que envolvam temas como responsabilidade e até mesmo ética, propiciando a todos que possam ali enxergar que, muito mais do que habilitar-nos a conduzir um veículo satisfatoriamente, o façamos com a preocupação primordial de preservarmos a integridade física de todos os envolvidos nesse complexo sistema, que convencionamos chamar “Trânsito”.

Acreditamos que, caso o indivíduo seja preparado desde sua infância, passando pelos bancos escolares e finalmente pelos cursos de formação de condutores, para que seja um pedestre consciente, ético, conhecedor não só de seus direitos, mas também de seus deveres de cidadão integrante do conjunto de veículos que trafegam à sua volta, estaremos inexoravelmente formando motoristas que naturalmente respeitarão as regras de trânsito não somente para que não sejam multados ou punidos, mas sim para que preservem os demais seres humanos que estarão a seu lado.

Assim, aquele que teve sua iniciação no processo chamado Trânsito, como um pedestre bem informado e bem orientado, voltado não só para as preocupações práticas e técnicas, mas também e, principalmente, para as questões éticas e de responsabilidade, ao pretender tornar-se um condutor, aproveitará os conhecimentos complementares que ali serão ministrados para robustecer sua preocupação com o SER. Quando isto ocorrer de forma natural e perene em nossa América Latina, ao menos nesse quesito teremos valorado identicamente os que aqui vivem com os que vivem na Europa e nos E.U.A.

Uma maneira fácil de colocar em prática o que dissemos é lembrar-mo-nos sempre que, ainda que na condução de um automóvel, motocicleta, ônibus, caminhão ou bicicleta, “NO TRÂNSITO (PRIMEIRAMENTE), SOMOS TODOS PEDESTRES”. Antes de tudo!

Luiz Roberto Saúd Bertozzo
(Delegado de Polícia – 2º D.P. Lins

Campanha Nacional do Trânsito

É grata a informação de que em nossa cidade está, proporcionalmente, uma das maiores frotas de veículos do país, porém, melhor e mais orgulho traria a informação de que em nossa cidade também se encontram os mais habilidosos e educados condutores de veículos deste país.

Principalmente pela condição de destaque em quantidade de veículos circulantes entre nós e pelo fato de que no trânsito todos somos pedrestes, devemos ter a plena consciência de nossos atos ao volante, respeitar os limites determinados por lei e principalmente os limites de segurança para nossa integridade física.

Hoje, como responsável pelo trânsito de veículos e pedestres da nossa querida e importante avenida nicolau zarvos, deixo um apelo para que seus frequentes usuários não façam parte das estatísticas negativas hoje registradas, mas sim que utilizem esta longa avenida com todo respeito que merecemos, para que ela simplesmente nos sirva como passagem para uma vida melhor.

Luiz Fernando Rebello Beato
Delegado de Polícia Titular
3º Distrito Policial de Lins

“No trânsito todos somos pedestres”

Atendendo convite do Dr. Roberto Ferreira Guedes, Diretor da 41ª Ciretran – LINS, passo a abordar um tema sobre o transito, relacionado com a Semana Nacional, qual seja, OS ACIDENTES DE TRÂNSITO E A FORMAÇÃO DOS MOTORISTAS.
Os índices de acidentes no nosso País, segundo o delegado de polícia Edivaldo Picazo, são (continuam) alarmantes. Morrem cerca de 27 a 30 mil pessoas por ano nas vias terrestres brasileiras e cerca de 350 mil acabam feridas (muitas inválidas). Os prejuízos materiais, segundo especialistas, giram em tomo de 4 (quatro) bilhões de dólares por ano e sabe-se que o maior responsável pelo elevado Índice das estatísticas é o homem, que responde por 75% das causas, enquanto o veículo é responsável por 12%, seguido por deficiência nas vias (buracos, má sinalização etc) e causas diversas que somam 13%.
O autor destaca que é na faixa etária entre os 18 e 30 anos ( sic massa trabalhadora, estudantil, etc), onde se encontram os maiores responsáveis pelos eventos mais graves. Por isso, também se questiona a eficiência do modelo para FORMAÇÃO DE CONDUTORES DE VEÍCULOS NO BRASIL.
Verifica-se a preocupação com o motorista e maneira como ele se comporta no transito, ganhando destaque, na medida do aperfeiçoamento do automóvel.
O Código de Trânsito Brasileiro – CTB, promulgado 1998, apresentou inovações que se destinam a formação dos novos condutores de automóveis.
Também estudioso (e curioso que sou), fui verificar a grade curricular constante nos Centros de Formação de Condutores.
Hoje o candidato a condutor de veiculo automotor recebe aulas (instruções) de professores capacitados com formação de bom nível, e aprendem disciplinas como: Legislação de Transito, primeiros-socorros, meio ambiente, direção defensiva, cidadania, mecânica básica.
Observa-se pelo conteúdo das disciplinas e pelo bom nível dos professores que se pretendeu privilegiar não a técnica do ato de dirigir, mas também o comportamento e a integração social do motorista.
O maior número de horas de instrução teórica é dedicada à legislação de trânsito vigente – o CTB e suas resoluções emitidas pelo CONTRAN. São 10 horas de aulas obrigatórias para que o candidato a condutor de veículos possa assimilar as várias regras existentes no trânsito. É dever de todos nós conhecermos as leis, notadamente daquele que está na condução de um veiculo (máquina) e pode colocar em risco a segurança no transito.
O domínio da máquina é questão fundamental para uma direção segura, por isso, existe também a disciplina de noções sobre mecânica básica do veículo. É salutar habituar o motorista a conferir o estado de seu veiculo, antes de colocá-lo em movimento. Verificar os níveis de água, óleo, pneus, luzes são medidas que demandam pouco tempo e contribuem sobremaneira para evitar graves acidentes.
Importante, diria, indispensável, saber também sobre primeiros-socorros, meio ambiente e cidadania. Temas que, na verdade, aliados aos outros já citados formam não só motoristas, mas motoristas – cidadãos, conscientes que dirigir com segurança é dirigir respeitando o próximo, a vida, e o patrimônio.
Destaco que, uma inovação do CTB igualmente acertada quando da formação de motoristas de veículos automotores, foi impor uma espécie de prazo de experiência (estágio probatório) ao novato motorista, pois expede-se uma PERMISSÃO, com validade de um ano, para após, caso não cometa infrações graves, gravíssimas ou reincidir em infrações médias, receber a tão sonhada CNH – CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO.
Por fim, conclui-se que é um erro atribuir-se ao processo de formação de condutores a responsabilidade pelo excessivo número de acidentes no trânsito, uma vez que conforme exposto, ele é bastante completo, principalmente diante da nova legislação. Devido a minha experiência como ex-diretor de Ciretran, plantonista, policial civil há 23 anos, autor do software sobre o CTB , concordo Dr.om Dr. Edivaldo Picazo que os problemas ocorridos no trânsito têm fundo educacional e cultural. Desde a infância as crianças são compelidas a tornarem-se umas superiores às outras, para poder vencer na vida. Quando adultos continuam com essa disposição desejando ser mais rápido, não hesitando em sacrificar as normas legais.
Pais, educadores, cidadãos do Brasil, observemos o tema da Semana Nacional do Trânsito : – Todos somos pedestres -, para um chamamento à reflexão.
Dirija como cidadão.
Paz no Trânsito!

Fonte: Arquivos da Polícia Civil – Revista Tecno-científica.
Artigo consultado Dr. Edivaldo Picazo, Delegado de Policia

ORILDO NOGUEIRA
DELEGADO DE POLÍCIA ASSISTENTE
DA DELEGACIA SECCIONAL DE POLÍCIA DE LINS

No trânsito somos todos pedestres

A cada dia mais veículos estão circulando no transito. Muitos dos seus condutores ainda acham que os privilégios nas vias publicas devem ser alegados a eles.Com esse pensamento esquecem que o pedestre faz parte do trânsito.
Há algo que se deve ser lembrado que todos os condutores é em primeiro lugar pedestre, e com esse fato pedestre é pessoa e possui vida, e ela é o valor máximo e deve ser respeitado sempre. Agindo com respeito ao pedestre teremos uma qualidade de vida muito melhor no trânsito.
Não respeitar o direito do pedestre é desrespeitar a sim mesmo.
Condutores com mais consciência de serem pedestre mais segurança.

Celso Violato
Diretor Municipal de Trânsito

SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO

Segundo o Banco Mundial, o percentual de mortes de pedestres em relação ao total de mortes no trânsito, na AMÉRICA LATINA, é de sessenta por cento.

As estatísticas do ano passado indicaram que trinta mil pessoas morreram e outras trezentas mil ficaram feridas nos acidentes de trânsito no Brasil.

Baseado nesse percentual, o DENATRAN aprovou para este ano o tema para a Semana Nacional de Trânsito: “NO TRÂNSITO SOMOS TODOS PEDESTRES”.

O órgão máximo de trânsito, de maneira coerente com as campanhas anteriores, mais uma vez, preocupado com a vida humana, direciona a sua campanha no intuito de alertar os condutores de veículos automotores a refletirem para o fato de que, antes de tudo, são pedestres, de tal forma que devem dar prioridade aos mesmos em detrimento dos veículos.

Infelizmente nem todos os condutores respeitam os pedestres, mas isso não pode se tornar uma desculpa para deixarmos de pensar num trânsito seguro.

Quanto aos pedestres, devem caminhar pelas calçadas e fazer a travessia das ruas apenas pelas faixas ou passagens apropriadas e, onde não houver faixa ou passagem, a travessia deverá ser feita em sentido perpendicular ao seu eixo.

Melhor prevenir do que remediar!

Pensem nisso!!!

Dr. Roberto Ferreira Guedes
Delegado de Polícia Diretor

Cresce a preocupação com segurança no trabalho

O trabalhador brasileiro tem tido uma maior atenção por parte de seus empregadores, no quesito segurança. Cresce o número de empresas que oferecem equipamentos de proteção individual para seus funcionários, com vistas a garantir maior segurança.

“O Brasil perde anualmente o equivalente a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) por acidentes de trabalho e problemas de saúde dos trabalhadores. Segundo dados do INSS, apresentados pelo Sesi, em 2004 foram registrados cerca de 459 mil acidentes de trabalho no país. Para proteger seus trabalhadores e evitar prejuízos, as empresas tem investido na aquisição de EPIs para seus funcionários, gerando uma grande demanda por estes produtos”, explica Marcelo Mello, gerente nacional de vendas da Bracol, um dos maiores fabricantes brasileiros do setor, na cidade de Lins – interior do Estado de São Paulo.

“A Bracol, para suprir esta demanda, já investiu R$ 60 milhões (de um total de R$ 90 milhões) em sua nova fábrica, que aumentará sua produção dos atuais 3 milhões para 10 milhões de pares de calçados de segurança/ano, além de luvas de proteção e botas de PVC. Queremos oferecer produtos que atendam diferentes atividades e aumentem a proteção de quem trabalha”, finaliza Mello.

Assessoria de Comunicação Bracol
Fonte: www.bracolonline.com

A POLÊMICA SOBRE HIGIENIZAÇÃO DOS EPIs

Informa o Art. 166 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho “A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, equipamento de proteção individual adequado ao risco em perfeito estado de conservação e funcionamento (grifo nosso), sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde dos empregados.

Também é de conhecimento público que todo EPI, para ser comercializado, necessita da obtenção do CA – Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego. O CA só é concedido após o produto ter sido submetido a rigorosos ensaios, em instituições de ilibada reputação, atendendo normas nacionais e internacionais de segurança. Este dispositivo está contido na NR-06 da Portaria 3.214.

No entanto temos nos defrontado como uma prática comum que, de certa forma, afronta o texto legal antes citado. Trata-se da famosa “higienização” dos EPI’s.

Dependendo do tipo de equipamento (luvas, calçados e alguns outros) a “lavagem” descaracteriza completamente o produto. Os agentes químicos utilizados agridem de tal maneira o material que este perde, totalmente, as características originais. É o teor graxo (no caso de artigos de couro) que vai embora. A resistência ao rasgamento é totalmente prejudicada. O couro fica “encartonado”, causando desconforto ao usuário. Materiais sintéticos têm a sua resistência e espessura diminuída. Já se teve notícias de materiais lavados e costurados para que se retome o uso dos mesmos. Aí cabem as perguntas: Como esse EPI, com tais características, pode estar “adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento”? E o Certificado de Aprovação como é que fica? O EPI, fortemente agredido pelos agentes químicos, em nenhuma hipótese irá conservar as características que deram origem à obtenção do documento.

Constatadas essas discrepâncias, em caso de um acidente do trabalho, no qual se verifique a falta de eficiência do EPI, por ter este perdido suas características originais no processo de “higienização”, a parte prejudicada, no caso o trabalhador, poderá buscar reparação de danos no âmbito civil, o que poderá gerar enormes prejuízos à empresa que forneceu esse material ao seu empregado. É a economia sem lucro.

Ao nosso ver, o que pode existir é a “manutenção ou restauração do EPI” como em capacetes (troca de suspensão), óculos de segurança (substituição de lentes), protetores faciais (substituição de viseiras) e protetores respiratórios (com trocas de cartuchos, válvulas e mangueiras).

Recentemente a própria ANIMASEG, entidade que congrega, nacionalmente, os fabricantes de EPIs tomou uma atitude a respeito do assunto, deixando de fazer parte do Acordo Setorial de Compromisso de Implantação de Procedimentos e Controle de Higienização e Readequação de EPIs, uma vez que se constatou que os procedimentos adotados na lavagem, alteram as características dos mesmos, não sendo possível que estes continuem a atender aos requisitos determinados pelas normas de testes.

A NR-06 na sua alínea h do item 6.8.1 informa que o fabricante nacional ou o importador deve comercializar o EPI orientando sua utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu uso. Dessa maneira, somente quem fabrica ou importa, é que deve determinar através de instruções técnicas, se seu produto pode ou não ser submetido à restauração, lavagem ou higienização e, sobretudo, quem está autorizado a assim proceder. A legislação, em determinada ocasião, exigia que para se realizar a lavagem de EPIs de determinado fabricante, este deveria autorizar, por escrito, a empresa higienizadora. Ao que sabemos, essa prática raramente foi cumprida, sendo que, a grande maioria dos produtores de materiais de segurança, jamais foi consultada antes de ver seus produtos encaminhados para a tal higienização.

Assessoria de Comunicação Bracol
Fonte: www.bracolonline.com

Segurança no trabalho: todos ganham com a prevenção

A falta de segurança no trabalho mata mais do que as drogas e o álcool juntos, de acordo com informações da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

No Brasil, segundo o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho, produzido pelos ministérios da Previdência e Assistência Social e do Trabalho e Emprego, em 2004 foram registrados 489.524 acidentes de trabalho. Desses, 80,9% foram acidentes típicos (no local de trabalho), 13,1% no trajeto de ida e volta à empresa e 6% por doenças desenvolvidas em função da atividade profissional. Dos acidentados em 2004, 41,9% tinham até 29 anos. Esses dados dizem respeito apenas aos brasileiros que têm contrato formal.

O anuário revela ainda que o setor com o maior número de acidentes é o industrial, com 46,1%, seguido pelo de serviços (construção civil, mineração), com 44,1%. Em último lugar em 2004 ficou a agricultura, com 8,1%. O número de mortes ocasionadas por acidentes de trabalho foi de 2.801. Esse número pode ser maior, pois, de cada dez casos, apenas quatro chegam ao conhecimento da Previdência.

Os empregados devem denunciar ao Ministério Público do Trabalho, mesmo que anonimamente, as situações de insalubridade e de falta de equipamentos de segurança para a realização das atividades. Os sindicatos também devem fazer a denúncia às procuradorias do Trabalho de cada região. Em 2003, o governo gastou R$ 8 bilhões no pagamento de aposentadorias especiais e benefícios a acidentados.

Conheça nesta edição os benefícios a que tem direito quem trabalha em condições de risco ou de prejuízo à saúde e sofre acidente de trabalho ou doença laboral. Saiba também onde obter informações sobre o assunto.

Fonte: www.senado.gov.br