DISFUNÇÃO ERÉTIL – ABORDAGEM DO SÉCULO XXI

Na era da medicação via oral, com resultados cientificamente comprovados no restabelecimento da ereção, a prática clínica mostrou que o tema é muito mais complexo e deve ser abordado como um todo e voltado para o casal e não só para o homem. Em resumo, a pílula milagrosa não resolve todos os problemas.
Estudos recentes do HC de São Paulo mostram que, a partir dos 40 anos, 66% dos homens e 50% das mulheres sofrem de algum tipo de Disfunção Sexual e que este problema tem sérias repercussões na vida das pessoas, podendo interferir de maneira negativa no trabalho, no social e principalmente na auto-estima.
Por outro lado, a medida em que as pessoas envelhecem e aparecem doenças como Hipertensão Arterial, Diabetes e Depressão, a incidência da Disfunção Sexual aumenta muito com a presença destas patologias e mesmo com e medicação destinada a elas.
A abordagem do profissional há que se levar em conta todos esses fatores, além do esclarecimento de que o corpo envelhece e as reações mudam, necessitando de um novo enfoque. Além disso, a pressa e o estresse do mundo moderno precisam dar lugar a uma mudança de comportamento do casal, resgatando o romantismo e os valores individuais, com a pré-disposição de mudar para melhor, a sua vida sexual.
Pesquisas mostram que um casal bem ajustado do ponto de vista sexual, têm maiores chances de viver bem em todos os outros sentidos da vida a dois. Diferenças de comportamento entre homens e mulheres existem e elas devem ser conhecidas e respeitadas.
Os homens, de uma maneira geral, aceitam muito mal as mudanças do organismo no que tange a sua sexualidade e entram em pânico na primeira falha de ereção. Paradoxalmente, levam anos para buscar ajuda profissional e se rendem a fórmulas mágicas comercializadas sem orientação médica e que nada resolvem.
A mensagem final que deve ficar é que para todos os casos existem soluções, algumas mais simples e outras mais complexas. Fica ainda o alerta para as mulheres que têm o direito a uma vida sexual saudável, mesmo no período pós-menopausa. Elas devem tomar a iniciativa de, não só se tratarem, mas de incentivar seus parceiros a procurar ajuda médica.

                                                                        Dr. Kleber Piedade

CURRICULUM VITAE

Dr. Kleber Eduardo Piedade
CREMESP 34.740
Av. Nicolau Zarvos, 1633 – LINS –  SP  

Fone: (14) 3532-5555     E-mail – kepiedade@uol.com.br

  • Graduação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP – 1978.
  • Residência em Cirurgia Geral – FMRPUSP (Serviço do Prof. Ferreira Santos).
  • Residência em UROLOGIA – Clínica Urológica “Dr. Roberto Rocha Brito”, no Hospital Vera Cruz, em Campinas – SP.
  • Graduação em MEDICINA DO TRABALHO – UNAERP
  • Título de Especialista em UROLOGIA – Sociedade Brasileira de Urologia (Primeiro Lugar (Prêmio Alberto Gentile), registrado no CREMESP.
  • Habilitação em ULTRA-SONOGRAFIA UROLÓGICA
  • Sociedades Médicas a que pertence :
  • Sociedade Brasileira de Urologia (SBU)
  • American Urological Association (AUA)
  • Confederación Americana de Urologia (CAU)
  • Societé Internacionale D’Urologie (SIU)
  • Associação Médica Brasileira (AMB)
  • Associação Paulista de Medicina (APM)
  • APM – Regional Lins

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