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Programa de alimentação nas escola municipais colabora com a saúde de crianças com colesterol alto Um programa de alimentação adotado pela rede municipal de ensino de Santa Cruz do Rio Pardo tem feito a diferença na vida dos alunos com colesterol elevado. Nas escolas da cidade, as crianças que têm o problema recebem lanchinho personalizado e estão conseguindo ter uma vida mais saudável. É na hora da merenda que a criançada aproveita para saborear iougurtes, salgados, sanduíches. Elas comem de tudo e são atraídas principalmente por produtos ricos em gordura, como chocolate por exemplo, por isso os pais precisam estar atentos. Segundo dados do Instituto do Coração de São Paulo, 10% das crianças dos 0 aos 12 anos desenvolvem o colesterol. Uma das principais causas para o aparecimento desta doença está relacionada a má alimentação. Pensando na saúde dos pequenos, em Santa Cruz do Rio Pardo, a merenda das escolas municipais passou a ser personalizada. As crianças passam por uma avaliação e desta forma é feita uma dieta especial para cada aluno. "Aqui em Santa Cruz, no início do ano escolar nós mandamos orientação para os pais para as crianças que tiverem alguma patologia. Os pais procuram o setor de alimentação escolar, vem com a criança, é feita uma ficha, elas são pesadas e nós mandamos o lanche individualizado todos os dias. Essa conversa com os pais serve para extender o controle também para casa. A dieta precisa ser feita na escola e também em casa", destaca Lígia Reis, responsável pelo programa nas escolas. Silvana Maria Pegorer Campidelli descobriu por acaso que a filha Larissa estava com altas taxas de colesterol e graças a dieta da escola pode controlar a alimentação da menina de cinco anos. O colesterol é um tipo de gordura encontrada naturalmente em nosso organismo e é fundamental para o seu funcionamento normal. Quando em excesso, ele pode se depositar nas paredes das artérias e provocar doenças como.: aterosclerose, obstrução das artérias, infarto, derrame, aneurisma e problemas nos rins. As principais fontes de colesterol são as frituras, gorduras da carne, leite e derivados. No caso do colesterol infantil, o tratamento é feito por meio de reeducação alimentar e desenvolvimento de atividades físicas. "Em crianças a gente fica limitado em relação a medicamento. A maior parte dos remédios não são liberados para uso em crianças ou adolescentes. Na verdade o colesterol na infância é tratado com mudanças no hábito de vida, alimentação e atividade física", recomenda o pediatra Éder Carvalho Sousa. Andréia Machado tem duas filhas que possuem colesterol elevado em decorrência de um problema de família. Desde o nascimento as meninas aprenderam a ter uma alimentação balanceada e convivem de forma natural com o problema. Fonte: www.temmais.com.br |