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Polícia já tem suspeitos do caso da granada na garagem de assessor político
Nesta quinta faz uma semana que uma granada foi jogada na garagem da residência do assessor político, Carlos Humberto Garrossino , em Marília. O caso mobilizou até os agentes do Gate, o Grupo de Ações Táticas Especiais. A DIG já tem alguns suspeitos do crime, mas, prefere não divulgar os nomes para não prejudicar as investigações. Nesta semana, a polícia recebeu denúncias consistentes, que colaboraram para descobrir quem jogou a granada na casa do assessor e também quem são os mandantes do crime. Além disso, a polícia espera ficar pronto o laudo que vai definir se a granada tinha poder de explosão. Toda a área num raio de um quilômetro em volta da casa foi cercada. O trânsito ficou interrompido nos dois sentidos da avenida Esmeralda, uma das mais movimentadas da cidade. Os agentes do Gate demoraram cerca de uma hora para retirar o objeto do local. O que só aconteceu no começo da tarde. A granada foi levada para um terreno próximo, enterrada, coberta com sacos de areia e então detonada. Segundo a polícia, a bomba foi arremessada para dentro da casa, possivelmente durante a madrugada, mas só foi encontrada cedo, em baixo de um dos carros que estavam estacionados na garagem. Na frente do imóvel foram encontrados o pino de segurança e uma alça que pertencem a granada. Os agentes do gate não quiseram gravar entrevista na ocasião, mas a Polícia Militar informou que trata-se, provavelmente, de uma granada usada durante a segunda guerra mundial. Só as investigações vão poder dizer por que a bomba não explodiu. Fonte: www.temmais.com |