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Ministério da Saúde lança campanha do Dia Internacional de Combate à Aids 2009
Antecipando o Dia Internacional de Combate À Aids, comemorado em 1º de dezembro, já está nas ruas a campanha Fique Sabendo, uma iniciativa do ministério da saúde para incentivar o diagnóstico precoce da doença. A infecção pelo HIV continua preocupando, até porque atinge hoje qualquer pessoa desatenta à prevenção. E apesar de todo esse risco, muita gente ainda pensa que está imune ao vírus. E o pior: tem preconceito com os portadores. Renata Aparecida Ribeiro e o marido frequentam o Centro de Referência em DST/Aids, em Bauru. Ela não é portadora do vírus HIV, ele descobriu a doença há sete anos, mas os dois fazem questão de se identificar para falar sobre o assunto, um tabu ainda para muita gente. Gilmar Laurindo da Silva demorou a se tratar e por muito tempo não usou os medicamentos adequadamente. Por causa disso, com a imunidade baixa, teve outras doenças, chamadas oportunistas, e quase morreu. Perdeu alguns movimentos e tem dificuldades na fala. Hoje se cuida e tem uma grande razão pra isso. A dona de casa é um exemplo da boa convivência com o problema e de que não há espaço para descuidos! Usa sempre preservativo e frequentemente faz exames de sangue. Essa consciência que a Renata tem sobre a importância de um diagonóstico precoce é necessária para evitar tratamentos tardios e as consequências da doença. Por isso, todos os anos o Ministério da Saúde faz campanha para incentivar a realização dos testes anti-HIV. Números nacionais mostram que a Aids predomina em pessoas de 20 a 49 anos. Esses dados ainda indicam que aproximadamente 35% das infecções ocorreram no período da adolescência. E diferentemente do que acontecia quando a doença surgiu, na década de 80, a forma de transmissão mais comum hoje em dia é nas relações heterossexuais. E os exames periódicos são importantes também para os soropositivos, já que há o risco de reinfecção. A luta contra o preconceito é outro desafio das entidades de apoio a pacientes com Aids. Caso da Sapab, em Bauru, que atende 130 famílias de portadores do vírus. Fonte: www.temmais.com |