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Consumidores descobrem benefícios das sacolas ecologicamente corretas na feira
Apesar das iniciativas para reduzir o uso de sacolas plásticas no Brasil, muitos consumidores ainda não fizeram a substituição pelas retornáveis. Nos supermercados, as sacolinhas de plástico ainda são o principal meio de levar as compras para casa. Na feira livre em Itapetininga, consumidores já descobriram os benefícios das sacolas ecologicamente corretas. A moda da preservação ambiental segue uma tendência internacional: a substituição das sacolinhas de plástico pelas retornáveis. A maioria delas são de tecido, palha ou material reciclável. Na Irlanda, o governo criou um imposto para reduzir o uso da sacola de plástico e o consumo caiu em 90%. Em São Francisco, nos Estados Unidos, elas foram trocadas pelas de papel reciclável. Em Taiwan, as lojas estão proibidas de oferecê-las aos clientes e o estabelecimento que desobedecer, leva multa. Segundo a secretaria estadual do Meio Ambiente, no Brasil são utilizadas um bilhão de sacolinhas por mês. Média de 66 por ano para cada consumidor. O plástico demora trezentos anos para se decompor e os elementos químicos soltos pelo material degradam o solo. Nas cidades, as sacolinhas jogadas no chão entopem bueiros e podem causar enchentes. Quando são descartadas no mar e nos rios, animais morrem por asfixia. As sacolas retornáveis, mesmo que sejam de plástico, ajudam a diminuir os danos à natureza. Em um supermercado, a preferência dos clientes ainda é a sacolinha de plástico. Por mês são utilizadas cerca de trezentas mil sacolas. O cliente também tem a opção de comprar sacolas retornáveis. Uma delas, feita de algodão, custa R$ 3. Outra, feita de garrafa pet, custa R$ 8. A venda delas, no entanto, ainda é muito pequena, cerca de trezentas por mês. A solução que o mercado encontrou foi distribuir aos clientes caixas de papelão. Fonte: www.temmais.com |